terça-feira, 10 de novembro de 2015

Teorias que explicam o porquê da Esquizofrenia - Cientificamente aceitas




Teoria Bioquímica

É a mais aceite devido ao sucesso das medicações: as pessoas com esquizofrenia sofrem de um desequilíbrio neuroquímico, portanto falhas na comunicação celular do grupo de neurônios envolvidos no comportamento, pensamento e sensibilidade/percepção.

Teoria do Fluxo Sanguíneo Cerebral

As pessoas com esquizofrenia parecem ter dificuldade na "coordenação" das atividades entre diferentes áreas cerebrais. Por exemplo, ao pensar ou falar, a maioria das pessoas mostra aumento da atividade nos lobos frontais, juntamente com a diminuição da atividade de áreas não relacionadas a este foco, como a da audição. Nos pacientes esquizofrênicos observamos anomalias dessas ativações. Por exemplo, ativação da área auditiva quando não há sons (possivelmente devido a alucinações auditivas), ausência de inibição da atividade de áreas fora do foco principal, ou seja, incapacidade de ativar como a maioria das pessoas, certas áreas cerebrais.


Teoria Genética

Nas décadas passadas vários estudos feitos com familiares mostraram uma correlação linear e direta entre o grau de parentesco e as possibilidades de surgimento de esquizofrenia. Pessoas sem nenhum parente esquizofrênico têm 1% de possibilidades de virem a desenvolver a doença; 
Com algum parente distante essa possibilidade aumenta para 3 a 5%.
Com um pai ou mãe aumenta para 10 a 15%, enquanto que com um irmão esquizofrênico as possibilidades aumentam para aproximadamente 20%, quando o irmão possui o mesmo código genético (gêmeo idêntico) as possibilidades de o outro irmão vir a ter esquizofrenia são de 50 a 60%.

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